Entrecantam para entrecontos
entre passarinhos preguiçosos
e passarinhos azuis e verdes
- não papagaios, nem sabiás -
Nem baixo, nem alto, quase lá
no meio, certeiro, mas sem mosca.
Quase perdem, quase atropelam
Quase, por atenção, esgoelam
Mas o trem azul corta a estação
E os sapatos caem no chão
E não se abre mão de um belo par de sapatos.
E no meio do caminho da volta
na poeira que voa quando o pé revolta
São dez metros mais longe,
Que foram dez metros mais perto
Que são metros para a puta-que-o-pariu.
Pare de fazer poesias. Okthnxbye.
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ResponderExcluirRapaz, muito bom você ter ressuscitado esse aqui. E poemas! Q. Eu gostei, aliás.
ResponderExcluirO motivo pro comentário é outro, nevertheless: http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=22714953&tid=2594960689101871078&start=1
Compareça, imo.
Viu! Até esse Pesonne gostou dos teus poemas!
ResponderExcluirDaqui a pouco vou estar em pé com uma sorriso plástico e um friozinho na barriga dizendo para as pessoas: Olá! Procurando algo em especial? :D:D:D:D:D:D
MEDO.