Isso foi cuidadosamente reescrito desde o princípio.
Ela pegou uma caneta para anotar um recado. Pendurada no fio do telefone, ela rabiscou os números e depois amassou o papel e jogou fora. Ele estava sentado na cadeira do lado. Pegou uma moeda para brincar entre os dedos, olhando de esguelha quando o papel caía.
Se você ia jogar fora, porque você anotou o recado? ele meio riu.
Porque eu anotei errado, ela jogou a caneta junto com o bloquinho de papéis.
Claro que não, você -- e aqui ele racionalizou a situação para ela, acreditando que faria alguma diferença na história.
Liga para o número então, ela retrocedeu no caminho juntando o papel caído para atirar contra ele, e veja você.
Quem eu procuro?
Tanto faz.
Ele ligou; em pé, no lado do telefone, brincando com a moeda. Ela sentou na cadeira antes dele, de costas para ele, contornando as unhas com a ponta dos dedos. A moeda caiu, ele se abaixou para juntar quando alguém atendeu.
Alô, ele falou. Ninguém respondeu. O telefone foi atendido pelo silêncio. Alô. Alô. Alô. Nada.
Viu? ela virou, o número tá errado.
Ele desligou. Cerrou o cenho do olhar para ela.
Não me olhe assim.
Assim como?
Você sabe, você sabe. Assim, ela imitou a cara.
Não me imite!
Foi engano?
Muito boa a narrativa! Sério, é bom ler os teus textos, acho excelente a tua maneira de comentar sobre os detalhes dos personagens =)
ResponderExcluirSobre as músicas... Ugh, tá com muito erro de inglês? XD
Que bosta, era só o que me faltava: ficar mais burro ainda em inglês. E eu não tava muito inspirado pra fazer refrão, acho que depois vou tentar colocar uns no meio... Que bom que te agradaram =P
Falow's!